Anitta vence disputa e garante exclusividade do nome: farmacêutica fica proibida de usar marca em produtos
A cantora Anitta conquistou uma vitória importante na Justiça administrativa ao encerrar uma disputa com a farmacêutica Farmoquímica, responsável pela fabricação do vermífugo “Annita”. Com a decisão, o uso do nome “Anitta”, com a mesma grafia da artista, fica restrito à referência à cantora, impedindo que a empresa utilize a marca em novos produtos.
A ação foi iniciada pela equipe da artista em 2022 e se arrastou por quase quatro anos. O impasse chegou ao fim com decisão favorável à cantora, que conseguiu barrar a tentativa da farmacêutica de registrar a marca “Anitta” para ampliar sua atuação, especialmente no setor de cosméticos.
Em 2023, a Rodamoinho Produtora de Eventos Ltda., empresa que administra a carreira da artista, apresentou oposição formal no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) contra o pedido da Farmoquímica. À época, os representantes de Anitta argumentaram que o uso do nome poderia causar confusão no público e afetar a identidade da marca construída pela cantora ao longo dos anos.
Desde o início da carreira, Anitta tem adotado uma estratégia rigorosa de proteção de sua marca. Ao todo, já foram protocolados mais de 100 pedidos de registro vinculados ao seu nome artístico e a projetos derivados. Entre eles estão títulos como “Ensaios da Anitta”, “Bloco da Anitta”, “Carnaval da Anitta”, “Anittinha”, “Bloco das Poderosas”, “Show das Poderosas”, além de variações como “Anira”, “Checkmate” e “Boompop”.
Com a decisão, o nome “Anitta” passa a ser associado exclusivamente à artista no mercado, reforçando o controle sobre sua identidade comercial e evitando o uso por terceiros em segmentos que não tenham relação com sua carreira.

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