PMs são afastados após denúncia de agressão e ofensas homofóbicas durante o Carnaval
Quatro policiais militares foram afastados temporariamente por decisão da Justiça após denúncias de agressões físicas e insultos homofóbicos registrados durante o Carnaval de Salvador. O caso ocorreu no sábado (14), no circuito Dodô (Barra-Ondina), e está sob investigação da Polícia Civil e da Corregedoria da PM.
Entre as vítimas estão um soldado da Polícia Militar, que estava de folga, o marido dele e um amigo do casal, também integrante da corporação. A situação aconteceu na região do Morro do Gato, em meio à festa.
De acordo com relato do professor João Cruz, marido do policial, os dois participavam da festa atrás do trio do grupo Papazoni quando passaram a ser alvo de ofensas homofóbicas feitas por um folião. Segundo ele, as agressões verbais começaram enquanto o casal dançava abraçado.
A discussão teria se intensificado após a esposa do amigo do casal, ao perceber a situação, reagir com um gesto direcionado ao homem que fazia as ofensas. A partir daí, a situação evoluiu para uma abordagem policial.
O soldado que denunciou ter sido agredido acabou sendo preso sob acusação de desrespeito a superior, conforme o artigo 160 do Código Penal Militar. Ele foi liberado na terça-feira (17).
O caso está sendo apurado pela 7ª Delegacia Territorial, no Rio Vermelho, além da Corregedoria da Polícia Militar, que avalia a conduta dos agentes envolvidos. A decisão judicial que determinou o afastamento dos quatro PMs visa garantir a imparcialidade das investigações.
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