Do “golpe” ao hit: artistas como Anitta e Felipe Amorim já usaram polêmicas falsas para bombar lançamentos

Do “golpe” ao hit: artistas como Anitta e Felipe Amorim já usaram polêmicas falsas para bombar lançamentos

O cantor Felipe Amorim movimentou as redes sociais ao afirmar que uma parceria com Ludmilla teria sido desagradável por conta de um suposto comportamento da artista. A fala gerou críticas, mas logo foi revelado que tudo não passava de uma estratégia de marketing para divulgar um novo trabalho.

A própria Ludmilla reagiu publicamente, afirmando que não havia sido informada sobre a ação. “O marketing que fizeram hoje foi super infeliz, não foi alinhado comigo”, escreveu nas redes sociais.

Casos como esse não são novidade no meio musical. Em 2025, o funkeiro MC IG viralizou ao divulgar um suposto assalto em que teria perdido joias avaliadas em milhões. A história ganhou repercussão na mídia, mas depois foi revelada como uma encenação para promover um álbum.

Outro exemplo envolve Anitta e Alok, que protagonizaram uma troca de indiretas nas redes sociais em 2024. A suposta rivalidade chamou atenção do público, mas serviu como estratégia para impulsionar o lançamento da música “Looking For Love”.

Já em 2017, Claudia Leitte surpreendeu ao anunciar que deixaria de usar parte do nome artístico. A mudança gerou repercussão, mas no dia seguinte foi revelada como parte de uma campanha publicitária.

Essas estratégias mostram como o marketing no universo musical tem apostado cada vez mais em narrativas virais para engajar o público — ainda que, em alguns casos, gere controvérsias.

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