Bahia registra alta de quase 287% nos casos de chikungunya em 2026
A Bahia registrou mais de 7,5 mil casos prováveis de chikungunya até 3 de agosto, segundo os dados citados na reportagem. O número representa um aumento de quase 287% em relação ao mesmo período de 2025, quando o estado contabilizava menos de 2 mil ocorrências.
A chikungunya foi a arbovirose que apresentou o maior crescimento no período. Ao todo, 181 municípios baianos notificaram casos da doença e uma morte relacionada à infecção foi confirmada.
Entre as cidades com maior número de notificações estão Alagoinhas, com mais de 2,2 mil casos prováveis; Muritiba, com cerca de 780; e Rio Real, que ultrapassou 720 ocorrências.
Transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, a chikungunya pode provocar febre, dores intensas nas articulações e músculos, dor de cabeça e manchas na pele. Em alguns casos, as dores articulares podem permanecer por semanas ou meses.
Para evitar a proliferação do mosquito, a principal orientação é eliminar recipientes e locais que possam acumular água parada.
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