Baiana ganha espaço na Seleção Brasileira e mira Copa do Mundo de 2027
Natural de Jacobina, a lateral-esquerda Raíssa Bahia, de 23 anos, vem conquistando espaço na Seleção Brasileira Feminina e alimenta o sonho de disputar a Copa do Mundo de 2027, que será realizada no Brasil. Atualmente no Palmeiras, a atleta tem aproveitado as oportunidades com a equipe nacional para mostrar seu potencial.
Raíssa iniciou sua trajetória no futebol jogando com meninos em sua cidade natal. Ao longo da carreira, passou por equipes baianas e pelo Fluminense de Feira, antes de defender o Grêmio, onde também se destacou nas categorias de base e no time principal. Em 2025, chegou ao Palmeiras.
Baiana foi titular contra a Argentina
No sábado (10), a jogadora começou como titular na vitória do Brasil por 3 a 1 sobre a Argentina, no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. O amistoso faz parte da preparação da Seleção para a próxima Copa do Mundo Feminina.
A lateral também participou das convocações para o Fifa Series, disputado em abril, quando marcou seu primeiro gol com a camisa da Seleção na goleada por 6 a 1 sobre a Zâmbia. Desde então, vem sendo lembrada pelo técnico Arthur Elias.
Em entrevista divulgada pela Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), Raíssa comemorou as oportunidades e destacou o trabalho para continuar evoluindo.
“Estou muito feliz e grata pela oportunidade de ser convocada e continuo focada, trabalhando muito e buscando evoluir a cada dia. Se Deus quiser, vou conquistar o sonho de ser convocada para uma Copa do Mundo”, afirmou.
Copa de 2027 pode impulsionar o futebol feminino
Para Raíssa, a realização do Mundial no Brasil representa uma oportunidade de ampliar a visibilidade do futebol feminino e incentivar novas gerações de atletas. Salvador está entre as cidades-sede da competição, prevista para ocorrer entre 24 de junho e 25 de julho de 2027.
A jogadora também defendeu a ampliação das oportunidades para mulheres no esporte, com mais competições e melhores condições para a formação de novas atletas.
“Espero que as pessoas passem a olhar com ainda mais carinho para o futebol feminino da Bahia, não apenas durante a Copa, mas também depois”, declarou.
Na Bahia, iniciativas como a Copa Loreta Valadares, promovida pela Sudesb, contribuem para incentivar a modalidade e revelar talentos. Com a aproximação do Mundial, a expectativa é que o torneio também estimule novos investimentos e fortaleça as competições locais.
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