Ministério Público debate impactos econômicos e institucionais do Ita Pedro em reunião
Na última terça-feira (25/05), representantes de diversos setores da sociedade participaram de uma reunião no Ministério Público da Bahia (MPBA) para discutir os impactos econômicos, sociais e institucionais do Ita Pedro, um dos maiores festejos juninos do estado.
O encontro contou com a participação da promotora Rafaella Silva Carvalho, que destacou a importância da responsabilidade na aplicação dos recursos públicos, do equilíbrio nas contratações artísticas e da construção de um evento sustentável e transparente para os próximos anos.
Representando a Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC), participaram da reunião o presidente Aldo Rebouças e o jurídico da instituição, Íkaro Viana. Também estiveram presentes Pedro Aracatibe, secretário de Gestão e Inovação, e Thaiane Brandão, subprocuradora de Licitações e Contratos.
A reunião reuniu ainda representantes de diversos segmentos diretamente impactados pelo evento, entre eles Andrea Pires, assistente social; Daniele Santos, tesoureira da AACRRI; Nayjara Costa dos Santos, representando o setor de estética; Janete Mendes Ramos, representante dos ambulantes; Wellington Aragão dos Santos, representando os motoristas por aplicativo; Paulo Roberto de Almeida, da ALJE – Associação dos Lojistas do Jequitibá; Rogério Sbardelloto, representante da Associação de Bares e Restaurantes e do COMTUR; Carlos Leahy, da CDL; José Adauto, do SINDICOM; além de Geysa Bahia, chefe de comunicação.
Durante o encontro, foram debatidos temas relacionados à realização do evento, incluindo os impactos diretos na economia local, movimentação do comércio, geração de renda, fortalecimento do turismo e oportunidades para diversos segmentos da cidade.
Representantes do comércio, motoristas por aplicativo, ambulantes, setor turístico e demais áreas envolvidas reforçaram a relevância do Ita Pedro para a economia de Itabuna. Segundo os participantes, a grandiosidade da grade artística possui influência direta no fluxo de turistas e consumidores, impactando hotéis, bares, restaurantes, serviços e trabalhadores informais.
Outro ponto discutido foi a necessidade de equilíbrio entre responsabilidade fiscal e manutenção da força cultural e econômica do evento. O debate também abordou a importância de negociações sustentáveis envolvendo cachês artísticos, sempre respeitando critérios técnicos, legais e a realidade financeira do poder público.
Para os participantes, o Ita Pedro ultrapassa o caráter festivo e se consolida como uma importante ferramenta de desenvolvimento econômico, valorização cultural e fortalecimento do calendário turístico da Bahia.
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