Trump diz que os Estados Unidos têm suprimentos para “guerra para sempre”
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (3) que o país não está no patamar desejado quando o assunto é estoque de armamentos de ponta. A declaração foi feita em publicação na rede social Truth Social.
Segundo ele, apesar da limitação nesse tipo específico de armamento, os Estados Unidos contam com suprimentos “praticamente ilimitados” de armas de médio e médio-alto alcance. Trump declarou que, com esses recursos, seria possível sustentar conflitos por longos períodos e com vantagem estratégica.
Críticas a Biden e à ajuda à Ucrânia
Durante a publicação, o republicano responsabilizou o ex-presidente Joe Biden pela redução no estoque de armamentos mais avançados. De acordo com Trump, grande parte desses equipamentos teria sido enviada à Ucrânia como apoio militar ao presidente Volodymyr Zelensky, sem reposição adequada
.
Em tom crítico, o presidente comparou Zelensky a P. T. Barnum, empresário conhecido por popularizar o circo moderno nos Estados Unidos. Barnum foi retratado no filme O Rei do Show, obra que aborda sua trajetória marcada por estratégias de entretenimento e polêmicas.
Escalada contra o Irã
As declarações ocorrem em meio à intensificação do conflito envolvendo o Irã. Mais cedo, Trump defendeu a ofensiva militar norte-americana, classificando os ataques como a “última e melhor chance” para conter o que chamou de ameaça do regime iraniano. Ele estimou que o confronto pode se estender por quatro ou cinco semanas — ou até mais.
Em discurso na Casa Branca, durante cerimônia de homenagem a veteranos das guerras do Vietnã e do Afeganistão, o presidente afirmou que os objetivos incluem destruir mísseis iranianos, enfraquecer a Marinha do país e impedir avanços no programa nuclear.
Trump também indicou que não pretende retomar negociações com Teerã, mesmo após rodadas anteriores de diálogo envolvendo um possível acordo de não proliferação nuclear.
Baixas confirmadas
Segundo informações divulgadas pela CNN, quatro militares norte-americanos morreram durante os confrontos recentes. Outros 18 soldados estariam em estado grave após ataques de retaliação atribuídos ao Irã.
O presidente voltou a afirmar que o governo iraniano vinha ampliando de forma acelerada seu programa de mísseis e tentando reconstruir capacidades nucleares, classificando o cenário como uma ameaça direta aos Estados Unidos, às bases militares no Oriente Médio e também à Europa.
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