Justiça de SP analisa pedido para leiloar carros de luxo de Deolane Bezerra

Justiça de SP analisa pedido para leiloar carros de luxo de Deolane Bezerra

A Justiça de São Paulo analisa um pedido para que quatro veículos apreendidos da influenciadora e advogada Deolane Bezerra sejam vendidos e outros dois sejam destinados ao uso operacional da Polícia Civil.

A solicitação foi apresentada pelo Serviço de Recuperação de Ativos do Estado de São Paulo e envolve automóveis recolhidos durante a Operação Vérnix. Segundo informações divulgadas pelo portal LeoDias, o pedido tem como fundamento a Lei Federal nº 9.613/1998 e normas estaduais regulamentadas em 2024.

A argumentação apresentada à Justiça considera que a permanência prolongada dos veículos sob custódia pode provocar depreciação, além de gerar despesas para o poder público com armazenamento, vigilância, transporte e manutenção.

De acordo com o pedido, mesmo mantidos em locais adequados, os automóveis estão sujeitos ao desgaste provocado pelo tempo, à redução da vida útil de componentes e à perda de valor de mercado. A utilização ou venda antecipada dos bens dependerá, entretanto, de autorização judicial.

Quatro veículos podem ser leiloados

Entre os automóveis para os quais foi solicitada a venda estão:

  • Mercedes-Benz AMG G63 4M;
  • Cadillac Escalade;
  • Volkswagen Tiguan Allspace R-Line;
  • Land Rover Range Rover P530 AB.

Os valores estimados variam conforme o ano, versão e características de cada veículo.

Dois carros podem ser usados pela Polícia Civil

A Polícia Civil de São Paulo também solicitou autorização para utilizar outros dois veículos apreendidos em atividades operacionais. São eles:

  • Volkswagen Amarok V6 Extreme;
  • Jeep Commander Limited T.

A medida permitiria que os automóveis fossem empregados em operações de vigilância e outras atividades da corporação, caso o pedido seja autorizado.

Até o momento, a Justiça paulista ainda não decidiu sobre os pedidos. Os seis veículos permanecem sob custódia da Polícia Civil enquanto o processo aguarda análise judicial.

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