Justiça mantém prisão de casal acusado de matar filho recém-nascido no Rio de Janeiro
A Justiça do Rio de Janeiro converteu em prisão preventiva a detenção de Larissa Monteiro da Costa e Bruno Lucas Ribeiro da Silva, acusados de matar o próprio filho recém-nascido logo após o parto. A decisão foi tomada nesta terça-feira (28), durante audiência de custódia, e confirmada pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ).
O caso aconteceu no último sábado (25), no bairro Jardim Primavera, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Segundo as investigações, Larissa entrou em trabalho de parto durante a madrugada e acionou Bruno, pai da criança, para ajudá-la no nascimento.
Após o parto, a mulher passou mal e foi levada por familiares a um hospital da região. Na unidade de saúde, profissionais questionaram onde estava o bebê e receberam a informação de que ele havia morrido e permanecia em um cômodo nos fundos da residência. Os familiares buscaram o corpo e o levaram ao hospital. De acordo com a polícia, eles afirmaram que desconheciam a gravidez, que teria sido mantida em segredo durante toda a gestação.
Em depoimento, a mulher afirmou que sabia da gravidez havia cerca de dois a três meses e relatou que não desejava ficar com a criança. Segundo o registro da investigação, ela disse ter ouvido o bebê chorar após o nascimento e afirmou que tanto ela quanto o pai da criança não queriam assumir os cuidados do recém-nascido.
A Polícia Civil segue investigando o caso para esclarecer todas as circunstâncias da morte do bebê.
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